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Raízes criativas na “Big Apple”

Africa Creative anuncia a abertura do “Baobab”, sua nova operação internacional em Nova York, nos Estados Unidos. Já em funcionamento, o escritório norte-americano atua sob a liderança de Sergio Gordilho, Márcio Santoro, Heloisa Pupim e Nicholas Bergantin, e nasce com a finalidade de permitir que marcas brasileiras expandam sua presença internacional, aproveitando a consistência criativa da agência

Leandro Viana

Da esq. para dir.: Ana Kuroki (CSO), Nicholas Bergantin (co-CCO), Márcio Santoro (sócio, co-Presidente e CEO), Sergio Gordilho (sócio, co-pPresidente e CCO) e Heloisa Pupim (sócia e co-COO) em Nova York

Reconhecida como uma das agências mais criativas do mundo e responsável pela comunicação de seis das 12 marcas mais valiosas do Brasil, a Africa Creative acaba de anunciar a abertura do “Baobab”, sua nova operação internacional em Nova York, nos Estados Unidos. O nome remete à árvore africana – do conhecimento e da vida – conhecida por sua longevidade, força e capacidade de conectar comunidades. Assim como a árvore, a agência também busca estabelecer raízes fortes no mercado global.

Iniciada em janeiro deste ano, a operação norte-americana é liderada pelos co-Presidentes e sócios majoritários da Africa Creative, Sergio Gordilho e Marcio Santoro, além do co-CCO, Nicholas Bergantin, e da co-COO, Heloisa Pupim. Ana Kuroki, CSO da agência, também ficará responsável pela parte de estratégia, solução e impacto do novo escritório.

A nova estrutura permitirá que marcas brasileiras expandam sua presença internacional, aproveitando a consistência e a excelência criativa da Africa Creative.

Antes, deixávamos nossos clientes no Aeroporto de Guarulhos e agora vamos recebê-los em Nova York. Existem muitas marcas brasileiras que são globais e é essa nossa ambição: nos tornar uma agência brasileira que é global. Nosso principal objetivo com o novo escritório é atender marcas brasileiras ou marcas que são lideradas por brasileiros, buscamos não apenas novas parcerias duradouras, mas também o crescimento conjunto dentro das marcas que atendemos. O escritório em Nova York é um reflexo do sucesso dessa abordagem”, conta Sergio Gordilho, sócio, CCO e co-Presidente da Africa Creative.

Apesar da nova operação, a cultura e a criatividade brasileiras continuam sendo nosso guia”, destaca Marcio Santoro, sócio, CEO e co-Presidente da Africa Creative. “O Baobab é o primeiro passo para disseminar a cultura brasileira e o DNA criativo da Africa Creative pelo mundo. Além da liderança, que divide seu tempo entre Brasil e Nova York, contamos com uma equipe dedicada a essa iniciativa global, com profissionais circulando entre os dois países, garantindo um trabalho integrado entre as duas bases. O nosso hub criativo continuará baseado no Brasil, para justamente não perdermos nossa cultura”, complementa.

A operação conta com equipes colaborativas em Nova York e no Brasil, e já atende projetos globais da AB InBev e da Budweiser – marcas que também são gerenciadas pela sede brasileira e lideradas por Nicholas Bergantin e Heloisa Pupim. O escritório também tem participado de projetos da China e Coreia. A projeção de crescimento da Africa Creative para esse ano é de 20% e já conta com essa operação internacional.

A criatividade está no nosso DNA, e somos disruptivos por natureza, buscando soluções de impacto mundial para cada marca. Com essa visão global em mente, iniciamos essa nova operação para fortalecer nossa atuação junto a grandes clientes que são fortes internacionalmente, como Ambev e Budweiser. E esse é apenas o primeiro passo”, comenta Heloisa Pupim, sócia e co-COO da Africa Creative.

Mesmo estando no Brasil, a ambição criativa global sempre esteve no nosso DNA. Frequentemente, criamos e produzimos ideias que têm impacto no planeta inteiro. A operação em Nova York nos ajuda a abrir o leque com parceiros e fornecedores. Nova York é a capital de entretenimento do mundo e o gateway para o mercado internacional. Estamos muito empolgados porque agora temos uma base estratégica que nos ajuda a atender clientes globais e otimizar a produção das ideias”, conclui Nicholas Bergantin, co-COO da Africa Creative.