Mauricio Nahas
“A IA consciente não tira o lugar do profissional de criatividade – ela abre espaço para mais tempo de criação real com entendimento profundo da cultura de marca”, comenta Borges, fundador da Tiger
Chega ao mercado a Tiger, nova agência que tem a proposta de unir cultura criativa, inteligência artificial própria – 100% brasileira – e um novo modelo de relacionamento com o cliente. Fundada por Rapha Borges (ex-Africa e GUT), a Tiger nasce com o objetivo de ser um agente de transformação que leva automação, segurança e inteligência estratégica para dentro do fluxo de trabalho das marcas.
Borges desenvolveu um ambiente com um sistema próprio de IA que pode ser treinada com os insumos e o tom da comunicação do cliente, otimizando o fluxo para gerar entregas mais ágeis, criativas e seguras, ao solucionar três barreiras fundamentais enfrentadas por empresas: custo, segurança e desconhecimento técnico.
A proposta não é usar a inteligência artificial apenas no processo criativo interno da agência, e sim, compartilhar com os clientes, oferecendo uma estrutura de trabalho que permite que marcas alimentem o sistema com seus próprios dados, linguagem e desafios, gerando resultados sob medida para cada negócio.
“A IA consciente não tira o lugar do profissional de criatividade – ela abre espaço para mais tempo de criação real com entendimento profundo da cultura de marca”, comenta Borges, fundador da Tiger.
Profissional com mais de 20 anos de carreira no mercado publicitário, Rapha Borges tem em seu currículo passagens pelas agências GUT, WMcCann e, mais recentemente, teve sua segunda passagem pela Africa Creative como Executive Creative Officer (ECD). Já atendeu clientes como Itaú, Mercado Livre, Vivo, Coca-Cola, Budweiser e Spaten. Ao longo da carreira, conquistou mais de 50 prêmios nos mais importantes festivais do mercado, como D&AD, Cannes, Festival do Clube de Criação, Clio, El Ojo, entre outros.