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A realidade por trás da jornada de tentar engravidar

O Café Cultural conversou com a psicóloga Thalyta Laguna que mergulha nas dores silenciosas de quem enfrenta a infertilidade com coragem e esperança, no livro Muito Além do Positivo – A realidade por trás da jornada de tentar engravidar. Não perca esta conversa que vai ao ar nesta quinta-feira às 16h na Radiuo Mega Brasil Online.

Thalyta Laguna (foto) é a convidada do Programa Café CUltural

Tudo sobre cinema, música e literatura você ouve aqui...hoje é dia de Café Cultural, na Rádio Mega Brasil Online!]

O Café Cultural conversou com a psicóloga Thalyta Laguna que mergulha nas dores silenciosas de quem enfrenta a infertilidade com coragem e esperança, no livro Muito Além do Positivo – A realidade por trás da jornada de tentar engravidar.

Com sensibilidade e embasamento clínico, a autora constrói uma obra que acolhe e legitima as emoções vividas nesse percurso tão solitário quanto coletivo.

O livro não trata somente do desejo de gerar uma vida, mas também das dores de quem lida com exames frustrantes, ciclos de espera, medos silenciosos, cobranças sociais e relações impactadas por uma ausência que ninguém vê e por um luto que poucos reconhecem. Escrito para tentantes, familiares, profissionais da saúde e qualquer pessoa que deseje compreender esse universo, o livro abre espaço para o acolhimento e a empatia.

A obra está estruturada em capítulos temáticos que percorrem desde os primeiros testes de farmácia até a experiência de lutos silenciosos, a perda da espontaneidade e a reconstrução da identidade diante das frustrações. Ela não oferece promessas ou receitas, mas compreensão, validação e a lembrança de que nenhuma tentante precisa passar por esse processo sozinha. Ao reconhecer o sofrimento legítimo de quem está “no durante”, ela preenche uma lacuna importante entre os discursos sobre maternidade.

“Escrever esse livro foi minha forma de ampliar o espaço terapêutico para além do consultório. A sociedade fala muito sobre gravidez e filhos, porém pouco, ou quase nada, sobre o caminho emocional percorrido por quem não consegue engravidar com facilidade. Senti a necessidade ética de transformar esses dilemas em palavras”.

É um livro sobre maternidade, mas também sobre humanidade, luto, persistência e o direito de sentir.