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Sustentabilidade em cadeia

Fundação Amazônia Sustentável (FAS), com apoio estratégico do Bradesco, entregam flutuante de pré-beneficiamento para fortalecer a cadeia do pirarucu na Amazônia, em iniciativa que integra o projeto “Cadeia Produtiva do Pirarucu Manejado”. A estrutura instalada em Ingaioara aproxima beneficiamento do manejo sustentável e impulsiona a bioeconomia amazônica

Divulgação / LinkedIn

“Projetos como este mostram que é possível conciliar conservação ambiental com desenvolvimento econômico local. A entrega do flutuante consolida uma jornada de quatro anos de apoio contínuo à cadeia produtiva do pirarucu", ressalta Silvana Machado, Diretora-Executiva de Recursos Humanos e Sustentabilidade do Bradesco

O manejo sustentável do pirarucu, um dos símbolos da biodiversidade amazônica, ganhou um importante reforço. A comunidade de Ingaioara, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá, em Fonte Boa (AM), recebeu um flutuante de pré-beneficiamento – estrutura que promete transformar a atividade na região e consolidar a bioeconomia como caminho de desenvolvimento sustentável. A iniciativa integra o projeto “Cadeia Produtiva do Pirarucu Manejado”, desenvolvido pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) com apoio estratégico do Bradesco, que reafirma o seu compromisso com o fortalecimento das comunidades locais e a valorização de uma das espécies mais emblemáticas da Amazônia.

O novo flutuante garante condições adequadas de higiene e conservação do pescado logo após a captura, reduzindo perdas e aumentando a qualidade do produto. Com capacidade para processar até 53 toneladas de pirarucu inteiro eviscerado por safra, a estrutura atenderá mais de 80 manejadores de quatro comunidades locais, fortalecendo a geração de renda, a segurança alimentar e a valorização do trabalho ribeirinho. A solução foi desenvolvida pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá em parceria com os próprios manejadores, incorporando práticas tradicionais ao conhecimento técnico. Além de otimizar a cadeia produtiva, o flutuante também fortalece a autonomia comunitária.

Hoje, eu agradeço à FAS e ao Bradesco, porque, com esse apoio, estamos recebendo essa linda estrutura. A gente sabe do recurso que foi investido, inclusive, por isso, criamos um regimento interno para cuidar melhor desse flutuante. Eu acredito muito que, com essa ajuda, podemos organizar a produção e conseguir um valor maior pelo nosso trabalho”, afirmou Raimundo “Birico” Gomes Ferreira, manejador da comunidade Ingaioara.

Desde o início do projeto, em 2021, a proposta vem fortalecendo o protagonismo de jovens e mulheres no processamento e comercialização do pescado, ampliando oportunidades de renda e inovação local. “O flutuante de Ingaioara representa mais do que uma estrutura física. Ele aproxima o beneficiamento das áreas de manejo, reduz custos logísticos, melhora a segurança do trabalho e amplia a autonomia das associações locais. É uma conquista coletiva que reforça o papel das comunidades na bioeconomia amazônica e vai garantir mais qualidade e valor ao produto, principalmente mais dignidade para quem vive do manejo do pirarucu”, afirma Edvaldo Correa, Gerente do Programa de Prosperidade na Floresta da FAS.

Projetos como este mostram que é possível conciliar conservação ambiental com desenvolvimento econômico local. A entrega do flutuante consolida uma jornada de quatro anos de apoio contínuo à cadeia produtiva do pirarucu. O Bradesco tem um compromisso histórico com a preservação da floresta e a valorização das populações que vivem dela”, ressalta Silvana Machado, Diretora-Executiva de Recursos Humanos e Sustentabilidade do Bradesco.