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Troca-troca na liderança

GPA comunica renúncia de Rafael Russowsky (esquerda) das posições de Chief Financial Officer (CFO) e Diretor de Relações com Investidores, as quais ocupava desde julho de 2023. Em seu lugar, o Grupo anuncia a nomeação interina de Alexandre Santoro (direita), que foi recentemente apresentado como o novo CEO da companhia

Divulgação

Rafael Russowsky (esq.) renunciou aos cargos de Diretor Vice-Presidente Executivo Financeiro e Diretor de Relações com Investidores no GPA. Alexandre Santoro (dir.), recém nomeado CEO da companhia, foi apresentado como o novo Diretor Vice-Presidente de Finanças, passando a acumular as duas funções

No último dia 08 de janeiro, o GPA – dono da rede de supermercados Pão de Açúcar – comunicou uma nova rodada de mudanças na liderança com a renúncia de Rafael Russowsky dos cargos de Diretor Vice-Presidente Executivo Financeiro e Diretor de Relações com Investidores, os quais ocupava desde julho de 2023.

Durante o período em que esteve no GPA, o executivo foi Diretor do Casino e um nome do Grupo presente no Conselho de 2020, até assumir como CFO cerca de três anos depois.

Com a saída de Russowsky, o Conselho Administrativo do Grupo nomeou interinamente para o posto de Diretor Vice-Presidente de Finanças o executivo Alexandre Santoro, que recentemente assumiu como CEO da companhia e passa agora a acumular ambas as funções. Já para a posição de Diretor de Relações com Investidores, o Conselho indicou Rodrigo Manso. Vale ressaltar ainda que Joaquim Sousa deixou o cargo de Diretor Estatuário, porém, permanece como Diretor Executivo das áreas Comercial e de Logística.

A renúncia de Russowsky e as recentes alterações nas lideranças do Grupo acontecem paralelamente a um plano de redução de custos e melhora de eficiência.

No início de janeiro, o GPA contratou a consultoria Alvarez & Marsal para apoiá-la no andamento do plano. Entre os objetivos está a redução do investimento neste ano para um valor entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões, ante R$ 693 milhões desembolsados nos 12 meses até o final de setembro de 2025. O plano também prevê uma redução de despesas operacionais de pelo menos R$ 415 milhões em 2026.