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Quando a verdade é radical

FSB Holding mapeia megatendências e define a agenda de reputação para 2026. Estudo antecipa riscos globais e reposiciona a confiança como ativo de alta complexidade

Divulgação

"Para as lideranças brasileiras, 2026 impõe um desafio duplo: navegar a complexidade global enquanto se responde a um mercado local que exige presença e ética," afirma Marcos Trindade (foto), CEO da FSB Holding.

A FSB Holding lança o relatório “5 Macrotendências em Reputação para 2026: A Era da Verdade Radical”, estudo que mapeia os principais vetores de risco e transformação que devem impactar a confiança institucional nos próximos anos. Em um contexto marcado por grandes eventos globais, eleições e crescente pressão sobre organizações públicas e privadas, o material oferece um guia estratégico para líderes que precisam tomar decisões em um ambiente de alta complexidade e exposição reputacional.

O documento parte do diagnóstico de um momento histórico de inflexão, caracterizado pela convergência entre instabilidade geopolítica, polarização social extrema e aceleração tecnológica com dilemas éticos cada vez mais evidentes. Nesse cenário, a confiança deixa de ser um ativo automático ou facilmente recuperável e passa a demandar gestão ativa, contínua e integrada à estratégia de negócios. Para a holding, reputação não é mais apenas percepção: é risco, valor e responsabilidade.

Diante desse novo paradigma, o estudo aponta a necessidade de uma mudança profunda na forma como as organizações encaram a reputação. A lógica tradicional de “defesa da imagem” dá lugar a uma abordagem baseada em inteligência de riscos, prontidão digital e capacidade de antecipação. A agenda de 2026, segundo o relatório, exige lideranças preparadas para operar sob escrutínio permanente, com transparência radical, coerência entre discurso e prática e decisões sustentadas por dados, ética e contexto.