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Com uma linguagem acessível e abordagem prática, o “Guia Interfarma – Combate às Fake News em Saúde” explica como funcionam as notícias falsas, aponta os sinais mais comuns de desinformação – como promessas milagrosas e o uso de termos científicos fora de contexto – e traz um checklist simples para a checagem de informações antes do compartilhamento
A disseminação de fake news em saúde é um dos grandes desafios da atualidade. Ao criar a falsa sensação de que é possível tomar decisões médicas com base apenas em pesquisas na Internet e nas redes sociais, a desinformação representa um risco à saúde pública e coloca vidas em perigo diariamente. Diante desse cenário, a Interfarma – Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa acaba de lançar o “Guia Interfarma – Combates às Fake News em Saúde”, uma publicação gratuita e educativa que orienta a população a identificar notícias falsas, checar informações e buscar fontes confiáveis.
O guia surge em um contexto em que cresce o número de pessoas que acreditam conseguir, sozinhas, reunir informações suficientes para cuidar da própria saúde – percepção que não se confirma na prática. Segundo o “Edelman Trust Barometer 2025: Confiança e Saúde”, a confiança em médicos e instituições tradicionais vem caindo, especialmente entre os mais jovens, que recorrem com mais frequência a plataformas digitais para buscar informações sobre saúde. Embora 76% das pessoas acreditem saber identificar conteúdos confiáveis, 43% afirmam já ter se arrependido de decisões tomadas com base em informações incorretas ou falsas.
“É preocupante o volume de informação errada ou distorcida sobre saúde que se espalha com rapidez. Quando a ciência é substituída por achismos ou conteúdo sem fonte, quem paga o preço é o paciente”, afirma Renato Porto, Presidente-Executivo da Interfarma. “Por isso, investir em educação, pensamento crítico e acesso à informação de qualidade é fundamental para proteger vidas”, complementa.
Com uma linguagem acessível e abordagem prática, o “Guia Interfarma – Combate às Fake News em Saúde” explica como funcionam as notícias falsas, aponta os sinais mais comuns de desinformação – como promessas milagrosas e o uso de termos científicos fora de contexto – e traz um checklist simples para a checagem de informações antes do compartilhamento. O material também reúne fontes oficiais e instituições de referência, como Ministério da Saúde, Fiocruz, Organização Mundial da Saúde (OMS) e sociedade médicas.
“Combater fake news não se resume a desmentir boatos. Fortalecer a confiança na ciência e apoiar decisões mais seguras e responsáveis é um pilar da saúde pública”, conclui Porto.
O “Guia Interfarma – Combate às Fake News em Saúde” está disponível gratuitamente e pode ser acesso pelo link.