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Tudo joia!

Joias Ecológicas da Amazônia anuncia Izabella Sanches (foto) como sua nova Diretora de Carbono. Com uma trajetória profissional construída em profunda conexão com a Amazônia, a executiva chega para atuar como ponte entre as populações tradicionais e a agenda do crédito de carbono, contribuindo para a estruturação de projetos em que o componente social esteja no centro do negócio

Divulgação

“O crédito de carbono só funciona quando nasce através do território e retorna como recurso para as pessoas que cuidam dele. Vejo a Joias como uma empresa em crescimento, comprometida em construir projetos socioambientais sólidos, responsáveis e socialmente justos”, pontua Izabella

A Joias Ecológicas da Amazônia, empresa dedicada à conservação ambiental e ao desenvolvimento socioeconômico em parceria com comunidades tradicionais, anunciou a chegada de Izabella Sanches como sua nova Diretora de Carbono. A contratação ocorre em um momento estratégico, em que a empresa avança na estruturação de sua expansão e consolidação no mercado de créditos de carbono, fortalecendo sua atuação ambiental técnica e territorial.

Izabella construiu uma trajetória profissional profundamente conectada à Amazônia. Sua experiência combina conhecimento científico, quase 10 anos de atuação em campo na região e um relacionamento de longo prazo com diferentes comunidades tradicionais, desenvolvido a partir da vivência direta nos territórios.

Agora, na Joias Ecológicas da Amazônia, ela assume a missão de atuar como ponte entre as populações tradicionais e a agenda do crédito de carbono, contribuindo para a estruturação de projetos em que o componente social não seja acessório, mas central. Para a empresa, iniciativas de carbono só fazem sentido quando geram benefícios sociais concretos; atualmente, 70% dos resultados econômicos dos projetos são destinados diretamente às comunidades parceiras, fortalecendo a geração de renda local e a permanência das populações tradicionais como guardiãs da floresta. Esse modelo tem sido cada vez mais valorizado por compradores de créditos de carbono, que buscam ativos com impacto social e verificável.

Estamos em um momento de construção e amadurecimento da Joias como operadora socioambiental. A Izabella traz exatamente a conexão entre território, comunidades e mercado. Essa ponte é fundamental para que a expansão da empresa aconteça com consistência e para que os projetos tenham impacto social real, algo cada vez mais demandado pelos compradores”, afirma Pedro Plastino, cofundador da Joias Ecológicas da Amazônia.

Engenheira Florestal pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e mestre em Ciências de Florestas Tropicais pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Izabella também tem experiência em educação e conscientização socioambiental, acumulando passagens por projetos voltados à conservação, ao uso sustentável do território e à formação ambiental. Em sua nova função, ela terá como foco estruturar iniciativas de crédito de carbono desenvolvidas em parceria com comunidades extrativistas e ribeirinhas, fortalecendo o carbono como instrumento de desenvolvimento econômico justo e de longo prazo.

O crédito de carbono só funciona quando nasce através do território e retorna como recurso para as pessoas que cuidam dele. Vejo a Joias como uma empresa em crescimento, comprometida em construir projetos socioambientais sólidos, responsáveis e socialmente justos”, pontua Izabella.