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“Quando falamos de inovação em beleza, também estamos falando de responsabilidade ambiental. A I.A.R.A.® nos permite avaliar, ainda na fase de formulação, se um produto terá menor impacto nos ecossistemas aquáticos, garantindo que as decisões tomadas em laboratório se traduzam em mais cuidado com rios e mares", afirma Juliana Canellas, Diretora de Qualidade, Excelência e Cuidado do Grupo Boticário
Imagine um processo científico de avaliação ambiental atuando nos bastidores de cada produto enxaguável que segue pelo ralo, assegurando que as substâncias que chegam aos rios e mares apresentem o menor risco possível aos ecossistemas aquáticos. Há 10 anos, essa “guardiã das águas” existe dentro do Grupo Boticário: a “Metodologia I.A.R.A.®” (Índice de Avaliação de Risco Ambiental) e os resultados atuais já são concretos, com 98% dos shampoos e 100% dos sabonetes (em barra e líquidos) e óleos hidratantes com enxágue das marcas de consumo do Grupo são biodegradáveis. Além disso, 100% desses produtos apresentam menor impacto na água quando comparados à média da categoria. Esses avanços refletem uma década de investimentos em ciência e inovação para reduzir os impactos ambientais no setor de beleza.
Pioneira no setor e inspirada na Mãe das Águas da mitologia brasileira, a metodologia foi criada há 10 anos e evoluiu para analisar 100% das matérias-primas introduzidas pela empresa. Mais do que viabilizar claims, a I.A.R.A.® funciona como um sistema de gestão de risco, permitindo identificar ingredientes de potencial alerta, avaliar riscos por meio de cálculos de exposição ambiental e embasar decisões como a restrição ou substituição de componentes.
Esse avanço também se traduz em mudanças concretas nas formulações. A companhia promoveu, por exemplo, o banimento de determinados silicones e microplásticos como microesferas de polietileno e glitter plástico, substituídos por alternativas mais seguras e biodegradáveis. Além disso, formulações passaram a incorporar matérias-primas de origem vegetal e alta biodegradabilidade, como no caso dos óleos hidratantes enxaguáveis. Como resultado reportado em 2024, 85% das linhas de produtos enxaguáveis já apresentam menor impacto na água, segundo a metodologia, um indicador que evidencia a evolução contínua das fórmulas. Em relação à biodegradabilidade, 49% das linhas já atendem a esse critério, com a meta de alcançar 90% até 2030, conforme os compromissos ESG da companhia.
As fórmulas que atendem aos critérios da metodologia recebem o selo “Fórmula Amiga das Águas” e “Fórmula Biodegradável”, que comunicam ao consumidor um desempenho ambiental superior à média da categoria. Na prática, isso significa que, ao escolher esses produtos, o consumidor contribui diretamente para a preservação dos recursos hídricos no seu dia a dia.
“Quando falamos de inovação em beleza, também estamos falando de responsabilidade ambiental. A I.A.R.A.® nos permite avaliar, ainda na fase de formulação, se um produto terá menor impacto nos ecossistemas aquáticos, garantindo que as decisões tomadas em laboratório se traduzam em mais cuidado com rios e mares. Esse compromisso já se reflete em resultados concretos: hoje, 98% dos nossos shampoos e 100% dos nossos sabonetes (em barra e líquidos) e óleos hidratantes com enxágue são biodegradáveis, e 100% desses produtos apresentam menor impacto na água quando comparados à média da categoria”, afirma Juliana Canellas, Diretora de Qualidade, Excelência e Cuidado do Grupo Boticário.
Para assegurar a robustez do processo, a metodologia passou por verificação independente em 2025, conduzida pela DNV – referência global em gestão de riscos e certificação. A análise atestou que a I.A.R.A.® é tecnicamente robusta, metodologicamente consistente e alinhada às principais normas e regulamentações internacionais, como “ISO" e diretrizes europeias e norte-americanas.
Ao celebrar uma década da I.A.R.A.®, o Grupo Boticário reforça a sua estratégia de integrar ciência, inovação e transparência para impulsionar práticas mais sustentáveis em todo o setor de beleza. “Nosso objetivo é evoluir continuamente nossos processos e contribuir para transformar a indústria”, complementa Juliana.