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“Mais do que automatizar processos, a inteligência artificial atua como uma aliada da produção jornalística. O ‘Em Alta’ amplia as possibilidades de distribuição dos conteúdos produzidos diariamente pelo Estadão, gerando múltiplos formatos a partir de uma única reportagem e aumentando o alcance da cobertura editorial”, afirma Carina Guedes, Diretora-Executiva de Estratégias Digitais do Estadão e líder do projeto
O Estadão anunciou o lançamento do “Em Alta”, um novo feed inteligente que reúne os principais acontecimentos do momento em um formato vertical, fluido e interativo. A ferramenta integra a estratégia de transformação digital do Grupo e combina inteligência artificial, inovação tecnológica e curadoria editorial para oferecer uma nova experiência de consumo de notícias, sem abrir mão do rigor jornalístico.
Desenvolvido em parceria com o Google, a Plexus e equipes multidisciplinares do Estadão, o “Em Alta” utiliza recursos de smart publishing para transformar reportagens produzidas pela redação em diferentes formatos de conteúdo.
A plataforma publica mais de 300 conteúdos por dia em formato snack: são conteúdos, como cards e carrosséis, gerados pelo Gemini, família de modelos de inteligência artificial generativa do Google. Todo material é gerado a partir do conteúdo original publicado pelo Estadão, preservando a apuração, o contexto e a qualidade editorial.
A criação do “Em Alta” parte da constatação de que os hábitos de consumo de informação mudaram nos últimos anos. O público busca conteúdos rápidos, personalizados e adaptados ao ambiente digital. Diante desse cenário, o Estadão desenvolveu uma solução capaz de unir a velocidade e a experiência de navegação características das redes sociais à credibilidade editorial do Grupo.
Disponível em formato vertical no aplicativo e nas versões mobile e desktop, o “Em Alta” permite que o leitor acompanhe os assuntos mais relevantes do dia. Ao encontrar um tema de interesse, basta clicar no botão “Saiba tudo” para ler a reportagem completa produzida pela redação. Dessa forma, o feed funciona como um acesso para conteúdos aprofundados, estimulando o consumo qualificado de informação.
“Mais do que automatizar processos, a inteligência artificial atua como uma aliada da produção jornalística. O ‘Em Alta’ amplia as possibilidades de distribuição dos conteúdos produzidos diariamente pelo Estadão, gerando múltiplos formatos a partir de uma única reportagem e aumentando o alcance da cobertura editorial”, afirma Carina Guedes, Diretora-Executiva de Estratégias Digitais do Estadão e líder do projeto.
O desenvolvimento do “Em Alta” faz parte da estratégia de renovação da experiência digital do Estadão e contou com pesquisas, testes e validação junto a consumidores, incluindo iniciativas conduzidas no Google Lab Gen Z, em parceria com Box1824 e Laboratório Echos. O objetivo foi compreender como as novas gerações consomem informação e desenvolver uma experiência compatível com esses hábitos, sem comprometer os princípios do jornalismo profissional.
Os primeiros resultados demonstram o potencial da nova ferramenta. “O feed registrou crescimento de 54% nas visitas provenientes do Google, ampliou significativamente o engajamento dos usuários e fortaleceu a circulação entre diferentes editoriais do Estadão, reforçando sua capacidade de aproximar novos públicos do conteúdo jornalístico de qualidade”, comenta Letícia Ginak, Gerente de Produto do Estadão.