Por Carina Rodrigues
04 de Maio de 2026 | 17h00
Divulgação
“Durante muito tempo, o branding foi tratado como prioridade de mercados B2C. Este estudo comprova que, no universo B2B, marcas fortes também reduzem risco, ampliam confiança em ciclos complexos de decisão e geram vantagem financeira mensurável”, explica Fabiana Schaeffer (foto)
As 300 empresas B2B mais valiosas do mundo somam, juntas, US$ 4 trilhões em valor de marca, segundo novo estudo global da Brand Finance promovido por aqui pela IAA Brazil (International Advertising Association). O levantamento de 2026 do relatório World’s Most Valuable B2B Brands mostra que empresas com marcas mais fortes e reconhecidas detêm um prêmio de 65% nos seus múltiplos de P/L projetado, indicando que investidores estão dispostos a pagar muito mais por negócios com ativos de marca sólidos e conhecidos.
O novo relatório combina a análise de valuation da Brand Finance com as perspectivas de mercado da IAA (International Advertising Association) e da ANA (Association of National Advertisers) para avaliar como a força da marca impulsiona o valor da empresa nos mercados B2B.
Outro destaque do estudo é que as marcas B2B vêm crescendo mais rapidamente do que as marcas voltadas ao consumidor final. Entre as 100 maiores marcas analisadas em cada segmento, as B2B registraram crescimento médio de 15%, enquanto as B2C avançaram 10%.
Para Fabiana Schaeffer, presidente da IAA Brazil, vice-presidente global de sustentabilidade da IAA e chief strategy officer (CSO) do ecossistema de marketing Netza&Co, o ranking reforça a importância estratégica da construção de marca também no ambiente corporativo.