Instinto criativo que chega para dominar

Por Larissa Sugiyama

10 de Agosto de 2026 | 10h00

Divulgação / Felina

Da esq. para dir.: Andreia Abud, Elise Passamani, Marcia Esteves, Rodrigo Tórtima e Raquel Messias - sócios da Felina

Baseada e testada em um cenário de transformações nas dinâmicas da indústria publicitária, a Felina entrou em operação oficial. Sob a liderança dos sócios Marcia Esteves, Rodrigo Tórtima, Elise Passamani, Raquel Messias e Andreia Abud, a nova operação nasce para oferecer ao mercado de comunicação um novo formato de atuação, que adota o conceito inédito de “Lights Off Creative Company” – inspirado na indústria 4.0 e nas estruturas que, a partir do produto central, conseguem otimizar sua operação sem a necessidade humana para tarefas básicas e repetitivas.

Na prática, a Felina traz profissionais sêniores – entre eles, alguns dos mais experientes, premiados e reconhecidos da indústria – para liderar aquilo que o talento, a capacidade e o olhar humano fazem de melhor, especialmente nas frentes criativas e de estratégia de negócios. Em paralelo, a tecnologia e a inteligência artificial entram como infraestrutura, garantindo qualidade, agilidade e ganho operacional em todos os processos da empresa e etapas de desenvolvimento dos projetos.

Os clientes vêm sonhando com um novo formato operacional há muito tempo, mesmo sem saber exatamente como ele deve ser. Depois de muito pensar sobre isso, juntando talentos que estão há mais de duas décadas ajudando a resolver os desafios de marca e comunicação das maiores empresas do Brasil e do mundo, chegamos ao modelo da Felina: desenvolveremos um sistema proprietário com as melhores soluções tecnológicas de execução, para otimizar qualquer processo necessário. Isso garante que nós, humanos, tenhamos tempo e espaço para nos dedicarmos ao que fazemos de melhor, que é construir marcas, criar campanhas que movem negócios e resolver problemas que nenhuma máquina consegue sozinha”, destaca Márcia Esteves, CEO da Felina.

Além de Marcia no comando executivo e de negócios, a operação traz lideranças de grande experiência em cada uma das disciplinas fundamentais da indústria, como Criação, com Rodrigo Tórtima no papel de Chief Creative Officer (CCO); Operações, com Elise Passamani como Chief Operating Officer (COO); Estratégia, com Raquel Messias na posição de Chief Strategy Officer (CSO); e Mídia, com Andreia Abud na função de Chief Data & Media Officer (CDMO). Também integra o time de C-Levels o executivo Joaquim Fantin como Chief Technology Officer (CTO).

Como base de sustentação do modelo da Felina, a empresa apresentou a sua plataforma de tecnologia proprietária. Desenvolvida de forma 100% personalizada para a operação, com base nas demandas e necessidades específicas da publicidade e das marcas, ela oferece em um único lugar, de forma fechada e segura, todo o ecossistema necessário para cada uma das áreas – da reunião e análise de dados à geração de insights, desdobramento criativo e produção em escala. Nela, cada cliente e projeto ganham um espaço único, alimentado com todos os assets proprietários e enriquecidos com pesquisas e informações gerais de mercado, em uma dinâmica que garante maior eficácia em cada etapa – sempre baseadas, acompanhadas e aprovadas pelo olhar humano de profissionais sêniores.

Não somos uma empresa de tecnologia que faz comunicação. A IA, para nós, é a infraestrutura que permite uma inversão deliberada da lógica das agências tradicionais. Em vez de grandes estruturas, onde talentos sêniores gastam energia gerenciando a operação, a Felina automatiza o operacional para que toda a senioridade esteja voltada ao que gera valor: construir marcas, criar campanhas que movem negócios e resolver problemas de negócio que nenhuma máquina resolve sozinha”, reforça Elise Passamani, COO da Felina.