O Fim da Engrenagem
Em 1936, Chaplin já nos alertava: o sistema que nos transforma em engrenagens acaba por nos devorar. Noventa anos depois, o desafio mudou de face, mas a urgência de resgatar o humano nunca foi tão real. O século XXI, no entanto, nos impõe uma ruptura: em um mundo cada vez mais estruturado em torno da Inteligência Artificial o que sobra de mais valioso em uma organização é o que não pode ser programado: a subjetividade, a criatividade e a capacidade de conexão emocional